Na primeira semana à frente da Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes, Elias Gomes (PSDB) já terá que lidar com a possibilidade de uma greve dos servidores municipais. Líderes da categoria apostam que, se a questão do pagamento da folha salarial do mês de dezembro - que está em aberto - não for resolvida até o final desta semana, será difícil impedir uma paralisação coletiva nas próximos semanas. “A gente confia no novo Governo. Achamos que tudo será encaminhado da maneira devida, mas, caso a gente não tenha uma resposta até sexta, acho que segurar a insatisfação dos servidores não será possível e a grave vai se tornar algo muito provável”, adiantou o presidente do Sindicado dos Servidores Municipais de Jaboatão (SINSMJG), David José de Matos. O valor da dívida da gestão com os servidores é de cerca de R$ 12 milhões. O representante da classe afirmou também que está negociando uma reunião com prefeito, ainda para hoje, quando pretende propor a realização do pagamento da folha de dezembro agora em janeiro, e a prorrogação do valor relativo ao mês atual para fevereiro. “É a nossa proposta. Vamos levar até o prefeito e acreditamos que ele deve receber muito bem. Mas se não houver condições de ser aceita, ouviremos o que ele tem a nos propor”, ponderou o presidente, lembrando que o município conta com cerca de cinco mil servidores municipais atualmente.
Para David, a ideia pensada inicialmente pelo secretário de Gestão de Receita, José Joel da Silva, de quitar o débito relativo a janeiro neste mês e parcelar para os próximos o pagamento da folha de dezembro, não foi bem vista pelos servidores. “Ninguém gostaria de ficar sem receber o mês passado. Todos trabalharam e esperam ser pagos por isso”, explicou.
A possibilidade levantada pelo secretário de Governo também divide opiniões nas ruas da cidade, onde boa parte da população, apesar de mostrar confiança na gestão de Elias Gomes e criticar a administração do seu antecessor - Newton Carneiro (PRB) -, não aprova a atual situação dos servidores. Entretanto, outro grupo entende que o parcelamento da dívida com a categoria é a melhor saída para quem não tem dinheiro em caixa. Em visita ao bairro de Prazeres, que conta com um dos comércios mais fortes da cidade, a reportagem conversou com populares que fizeram questão de se posicionar sobre o assunto.
Para David, a ideia pensada inicialmente pelo secretário de Gestão de Receita, José Joel da Silva, de quitar o débito relativo a janeiro neste mês e parcelar para os próximos o pagamento da folha de dezembro, não foi bem vista pelos servidores. “Ninguém gostaria de ficar sem receber o mês passado. Todos trabalharam e esperam ser pagos por isso”, explicou.
A possibilidade levantada pelo secretário de Governo também divide opiniões nas ruas da cidade, onde boa parte da população, apesar de mostrar confiança na gestão de Elias Gomes e criticar a administração do seu antecessor - Newton Carneiro (PRB) -, não aprova a atual situação dos servidores. Entretanto, outro grupo entende que o parcelamento da dívida com a categoria é a melhor saída para quem não tem dinheiro em caixa. Em visita ao bairro de Prazeres, que conta com um dos comércios mais fortes da cidade, a reportagem conversou com populares que fizeram questão de se posicionar sobre o assunto.
Folha de Pernambuco
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