No ato público os estudantes da UPE reivindicam mais professores e pagamento dos salários dos professores substitutos.



Fotos:Josélia Maria
O prefeito de Petrolina, Julio Lóssio participou nesta sexta-feira (26), da cerimônia de assinatura da Ordem de Serviço para a Iniciação das Obras de Urbanização e Habitação do bairro Jardim Petrópolis. O ato, que é uma iniciativa do Governo do Pernambuco em parceria com o município, contou com a participação do secretário das Cidades, Humberto Costa, Deputada Estadual Isabel Cristina (PT), Deputado Estadual Geraldo Coelho (PTB) , Deputado Federal do PT Mauricio Rands. A ordem de serviço foi assinada no local pelo próprio secretário.
No projeto de Urbanização do Jardim Petrópolis serão investidos 10 milhões do Fundo Nacional de Habitação e 3,5 milhões do Governo do Estado. Em parceira do Governo Federal e Estadual no projeto de urbanização habitacional do Jardim Petrópolis, a Prefeitura de Petrolina doou uma área de 33 mil m², avaliada em 600 mil para a construção de 200 casas na comunidade.
Na ocasião O Prefeito Júlio Lóssio parabenizou o secretário Humberto costa e ressaltou a prioridade que o município tem dado a habitação em Petrolina. “Entramos preocupados com a saúde, a educação, mas também com a habitação. Nos últimos 8 anos apenas 2 mil casas haviam sido construídas na cidade. Na nossa gestão, 2 mil casas estão em construção e 8 mil estão aprovadas nas secretarias e pactuadas com a Caixa Econômica Federal em fase de aprovação”, afirmou.
Lóssio falou também que estava entregando ao secretário o programa Clube do Bairro, pensando na possibilidade de viabilizar este espaço de lazer para os moradores do Jardim Petrópolis. O prefeito ainda enfatizou a importância de se investir em creches no município. “Estamos buscando parcerias para a criação de novas creches em Petrolina, a exemplo desta que está sendo construída no bairro pela igreja junto com a prefeitura, que ficará responsável pela merenda escolar e os educadores”, contou.
Na oportunidade o secretário Humberto Costa agradeceu ao prefeito Júlio Lóssio pela parceria com o governo do Estado e afirmou que já determinou autorização para a construção da 2ª academia da cidade em Petrolina, que será implantada no bairro Dom Avelar. Esse projeto faz parte de um acordo entre o município e o governo do Estado, a prefeitura doou o terreno para a construção das casas das famílias dos cabos e soldados da Policia Militar, em troca a cidade receberá uma nova academia da cidade.
Mirela Costa
Foto: Joselito Tavares
Assessoria de Comunicação Social

O pré-candidato à Presidência do PSDB, José Serra, abriu nove pontos de vantagem sobre Dilma Rousseff (PT), mostra pesquisa Datafolha publicada na edição deste sábado da Folha de S.Paulo. O tucano tem 36% e a petista 27% das intenções de voto.
Na pesquisa realizada em fevereiro, Serra tinha 32% e Dilma 28%.
Ciro Gomes (PSB) ficou com 11% (tinha 12% em fevereiro). Marina Silva (PV) está estacionada e manteve os 8% obtidos no mês passado.
Em um eventual segundo turno, o tucano venceria a petista por 48% contra 39%.
A pesquisa, registrada sob o número 6617/2010, foi realizada nos dias 25 e 26 com 4.158 eleitores. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.(Blog do Magno Martins)

| Governador fez um discurso em tom de desabafo contra os opositores | ||
| ARTHUR CUNHA | ||
“Eu conheço a vida pública subindo e descendo. Eu conheço o gosto da lealdade e o fel da traição. Na minha vida sempre optei pela lealdade. Meus amigos que aqui estão comigo trabalhando são os mesmos de sempre. Nunca mudei de lado, de posição, nem de conversa. Fui criado numa cultura de respeito à disciplina, hierarquia e à ordem. Fui criado respeitando a quem se dá o respeito. E fui criado, também, sabendo enfrentar as dificuldades. Nunca fui dado a covardias e a fuxicos; nunca me ensinaram a ter medo, mas a enfrentar os objetivos que a vida me deu. Se tivesse medo, não estava aqui como governador. Na vida pública de Pernambuco se tem alguém que enfrentou mais adversidade do que eu, eu quero ser apresentado a ele agora”, disparou Eduardo Campos.
Em seguida, o governador engatou o discurso de que “pregou a paz em Pernambuco”, unindo os que, como ele, gostam de “trabalhar” ao invés de “fazer intrigas”. “Isso vai exigindo transformações importantes no serviço público. Transformações de cabeças, de comportamento, de mentalidade. A velha mediocridade não cabe mais. O velho corporativismo doente não cabe mais. O Brasil rejeita isso no Judiciário, que está tendo a coragem de mandar à Assembleia oito horas e o fim de duas férias que não cabe mais para promotor e juiz. E o povo que deseja ter carteira assinada, pagando imposto no pacote de fubá, de arroz e feijão, que paga uma carga tributária de 36% do PIB, não aguenta mais ver o velho Estado de costas para a cidadania”, argumentou.
“Carlos Augusto é uma pessoa muito especial, um empresário vitorioso, de inteligência ágil, que nunca se envolveu com a política, mas, ao mesmo tempo, nunca deixou de ajudar o Estado. Acho que nunca vou conseguir falar sobre ele no passado”, emocionou-se o médico Lula Arraes, irmão de Carlos.
Segundo ele, desde setembro do ano passado, os médicos tinham desenganado Augusto Arraes quanto aos tratamentos disponíveis contra o câncer, pois o seu quadro era, já nessa época, irreversível. “Apesar de já esperarmos o seu falecimento, por conta do seu estado de saúde, nossa família está muito sofrida”, comentou, por telefone, o seu irmão, que há algumas semanas estava no Rio de Janeiro, junto com outros familiares, inclusive com a sua madrasta, Magdalena Arraes. Há dois dias o quadro do empresário havia piorado em decorrência da paralisação de um dos rins.
A declaração foi feita por Dilma ao final de seu discurso em Tatuí (SP), durante cerimônia de entrega de ambulâncias a prefeituras paulistas, quando afirmou que o Brasil vive um "momento imenso de transformação". A frase foi criada por Duda Mendonça após a vitória de Lula em 2002. À época, o petista disputava a Presidência com Serra.(Blog do Magno) |
Os médicos legistas continuam com o movimento de operação-padrão nos cadáveres no IML, realizando trabalho minucioso e de acordo com as normas padrões adotadas em outros países.
Com isso, a liberação dos corpos está sendo feita de forma mais lenta que o habitual.
Os legistas não aceitam a proposta do Governo do Estado de 40 horas de trabalho, incluindo o salário inicial de R$ 5.800,00.
O movimento foi deflagrado há quase 15 dias tendo como principal reivindicação a implementação do Plano de Cargos e Carreiras (PCC) na Polícia Civil,
De acordo com o presidente de Apemol, Carlos Medeiros, o movimento será intensificado a mobilização da categoria.
“Serão realizadas as perícias tanatoscópicas pela ordem de entrada no IML; e as perícias da traumatologia médico-legal obedecendo também à ordem de chegada, salvo os idosos e crianças; mulheres vítimas de violência", comentou Medeiros.
Ele afirmou que no plantão da última segunda-feira haviam quase 50 cadáveres para serem necropsiados.